domingo, 13 de março de 2011
Reforço desencanta e vice-líder Corinthians bate Mirassol no fim
Com dois de Willian e um de Bruno César, Corinthians venceu por 3 a 2
Foto: Ferdinando Ramos/Futura Press
Foto: Ferdinando Ramos/Futura Press
Em uma partida que teve duas mudanças no placar nos últimos três minutos, o Corinthians contou com os dois primeiros gols de Willian pelo clube e com outro de Bruno César aos 46min do segundo tempo para bater o Mirassol por 3 a 2 neste domingo, fora de casa, pelo Campeonato Paulista. Esley havia empatado o confronto em 2 a 2 aos 44min, mas a equipe alvinegra alcançou a vitória de forma dramática dois minutos depois.
Agora, o time do técnico Tite soma 28 pontos, atrás apenas do São Paulo - que tem a mesma pontuação, mas leva a melhor no número de vitórias (9 a 8). Já o Mirassol, com 23 pontos, se mantém na zona de classificação para as quartas de final mesmo com a derrota.
O Corinthians controlou a posse de bola na primeira etapa, mas sofreu para criar chances claras e foi para o intervalo perdendo por 1 a 0, graças a um golaço de Serginho. Jorge Henrique foi expulso logo aos 5min do segundo tempo, mas a equipe da capital aproveitou uma jogada de bola parada e dois contra-ataques para fazer seus três gols e definir o duelo.
O jogo
Sem os lesionados Alessandro e Liedson, Tite optou por improvisar o volante Moradei na lateral direita e escalar Willian no comando do ataque, com Jorge Henrique e Dentinho abertos pelos lados. A equipe alvinegra não teve um bom início e a primeira chance foi do Mirassol, aos 2min: Esley arriscou de fora da área e Júlio César fez boa defesa.
Os dois substitutos do time alvinegro participaram da jogada que resultou na primeira oportunidade de gol do Corinthians, aos 7min. Moradei tocou para Willian na área, o atacante ajeitou e bateu girando, exigindo ótima intervenção de Fernando Leal.
Com muita movimentação do quarteto ofensivo, mas pouca inspiração para criar chances claras, o Corinthians mantinha a posse de bola, mas não conseguia ameaçar. A próxima chegada de perigo veio só aos 19min: Willian cruzou da direita, Paulinho concluiu na pequena área e Fernando Leal fez outra excelente defesa. Na sequência do lance, Paulinho se desequilibrou e bateu a cabeça na trave, exigindo atendimento médico.
O jogo estava equilibrado quando saiu o gol do Mirassol. Aos 26min, Xuxa dominou no meio de campo, arrancou com a bola dominada, escapou da marcação e serviu Serginho na entrada da área; o atacante ajeitou para o pé direito e bateu colocado, no ângulo, sem chances para Júlio César.
Mesmo após sofrer o gol, o Corinthians seguiu trocando passes no meio, sem pressa de chegar à meta adversária. Aos 35min, não deu para Paulinho, que seguiu atordoado pelo choque com a trave e teve que ser substituído pelo peruano Ramírez. Três minutos depois, a equipe da capital teve a última chance do primeiro tempo na bola parada: Morais levantou na área em cobrança de falta, a zaga afastou parcialmente e Willian pegou a sobra para finalizar, mas Fernando Leal espalmou.
Os dois times voltaram sem alterações para a segunda etapa e o Corinthians conseguiu o empate logo aos 2min. Após cobrança de escanteio da esquerda, Wallace cabeceou, Otacílio cortou mal e Willian aproveitou a bola viva na área para emendar de primeira para as redes, marcando seu primeiro gol com a camisa alvinegra.
Quando a situação parecia melhorar para os comandados de Tite, Jorge Henrique acertou carrinho violento em Esley, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso de campo aos 5min. A equipe pareceu sentir o jogador a menos e passou a errar muitos passes, enquanto o Mirassol ameaçava: Serginho e Esley deram chutes para fora aos 13 e 14min.
A melhor chance do time da casa até então aconteceu aos 16min, quando Fabinho Capixaba cruzou da direita na pequena área e Wellington Amorim concluiu para fora, em lance de muito perigo. O castigo pelo erro veio aos 20min com a virada corintiana. Luiz Henrique saiu jogando errado, Dentinho aproveitou e deu bom passe para Willian, que driblou o goleiro e tocou para o gol vazio.
Com a vantagem no placar e um jogador a menos, o Corinthians tentou segurar o resultado até o fim, mas levou azar: aos 44min, Esley arriscou da intermediária, a bola desviou em Wallace, enganou Júlio César e entrou. Quando tudo apontava para o empate, o Mirassol vacilou e levou outro contra-ataque: Bruno César dominou na área, aos 46min, e bateu firme para decretar o resultado final.
FICHA TÉCNICA
Mirassol 2 x 3 Corinthians
Gols
Mirassol: Serginho, aos 26min do 1º tempo, e Esley, aos 44min do 2º tempo
Corinthians: Willian, aos 2min e aos 20min, e Bruno César, aos 46min do 2º tempo
Mirassol
Fernando Leal; Fabinho Capixaba, Gustavo Bastos, Luís Henrique e Diego; Otacílio (Reinaldo Alagoano), Jairo, Esley e Xuxa; Serginho (Victor) e Wellington Amorim (Guilherme). Técnico: Ivan Baitello
Corinthians
Júlio César; Moradei, Wallace, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf e Paulinho (Ramírez); Jorge Henrique, Morais (Danilo) e Dentinho; Willian (Bruno César). Técnico: Tite
Cartão amarelo
Corinthians: Jorge Henrique
Cartão vermelho
Corinthians: Jorge Henrique
Árbitro
Flávio Rodrigues Guerra
Local
Estádio José Maria Maia, Mirassol (SP)
Agora, o time do técnico Tite soma 28 pontos, atrás apenas do São Paulo - que tem a mesma pontuação, mas leva a melhor no número de vitórias (9 a 8). Já o Mirassol, com 23 pontos, se mantém na zona de classificação para as quartas de final mesmo com a derrota.
O Corinthians controlou a posse de bola na primeira etapa, mas sofreu para criar chances claras e foi para o intervalo perdendo por 1 a 0, graças a um golaço de Serginho. Jorge Henrique foi expulso logo aos 5min do segundo tempo, mas a equipe da capital aproveitou uma jogada de bola parada e dois contra-ataques para fazer seus três gols e definir o duelo.
O jogo
Sem os lesionados Alessandro e Liedson, Tite optou por improvisar o volante Moradei na lateral direita e escalar Willian no comando do ataque, com Jorge Henrique e Dentinho abertos pelos lados. A equipe alvinegra não teve um bom início e a primeira chance foi do Mirassol, aos 2min: Esley arriscou de fora da área e Júlio César fez boa defesa.
Os dois substitutos do time alvinegro participaram da jogada que resultou na primeira oportunidade de gol do Corinthians, aos 7min. Moradei tocou para Willian na área, o atacante ajeitou e bateu girando, exigindo ótima intervenção de Fernando Leal.
Com muita movimentação do quarteto ofensivo, mas pouca inspiração para criar chances claras, o Corinthians mantinha a posse de bola, mas não conseguia ameaçar. A próxima chegada de perigo veio só aos 19min: Willian cruzou da direita, Paulinho concluiu na pequena área e Fernando Leal fez outra excelente defesa. Na sequência do lance, Paulinho se desequilibrou e bateu a cabeça na trave, exigindo atendimento médico.
O jogo estava equilibrado quando saiu o gol do Mirassol. Aos 26min, Xuxa dominou no meio de campo, arrancou com a bola dominada, escapou da marcação e serviu Serginho na entrada da área; o atacante ajeitou para o pé direito e bateu colocado, no ângulo, sem chances para Júlio César.
Mesmo após sofrer o gol, o Corinthians seguiu trocando passes no meio, sem pressa de chegar à meta adversária. Aos 35min, não deu para Paulinho, que seguiu atordoado pelo choque com a trave e teve que ser substituído pelo peruano Ramírez. Três minutos depois, a equipe da capital teve a última chance do primeiro tempo na bola parada: Morais levantou na área em cobrança de falta, a zaga afastou parcialmente e Willian pegou a sobra para finalizar, mas Fernando Leal espalmou.
Os dois times voltaram sem alterações para a segunda etapa e o Corinthians conseguiu o empate logo aos 2min. Após cobrança de escanteio da esquerda, Wallace cabeceou, Otacílio cortou mal e Willian aproveitou a bola viva na área para emendar de primeira para as redes, marcando seu primeiro gol com a camisa alvinegra.
Quando a situação parecia melhorar para os comandados de Tite, Jorge Henrique acertou carrinho violento em Esley, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso de campo aos 5min. A equipe pareceu sentir o jogador a menos e passou a errar muitos passes, enquanto o Mirassol ameaçava: Serginho e Esley deram chutes para fora aos 13 e 14min.
A melhor chance do time da casa até então aconteceu aos 16min, quando Fabinho Capixaba cruzou da direita na pequena área e Wellington Amorim concluiu para fora, em lance de muito perigo. O castigo pelo erro veio aos 20min com a virada corintiana. Luiz Henrique saiu jogando errado, Dentinho aproveitou e deu bom passe para Willian, que driblou o goleiro e tocou para o gol vazio.
Com a vantagem no placar e um jogador a menos, o Corinthians tentou segurar o resultado até o fim, mas levou azar: aos 44min, Esley arriscou da intermediária, a bola desviou em Wallace, enganou Júlio César e entrou. Quando tudo apontava para o empate, o Mirassol vacilou e levou outro contra-ataque: Bruno César dominou na área, aos 46min, e bateu firme para decretar o resultado final.
FICHA TÉCNICA
Mirassol 2 x 3 Corinthians
Gols
Mirassol: Serginho, aos 26min do 1º tempo, e Esley, aos 44min do 2º tempo
Corinthians: Willian, aos 2min e aos 20min, e Bruno César, aos 46min do 2º tempo
Mirassol
Fernando Leal; Fabinho Capixaba, Gustavo Bastos, Luís Henrique e Diego; Otacílio (Reinaldo Alagoano), Jairo, Esley e Xuxa; Serginho (Victor) e Wellington Amorim (Guilherme). Técnico: Ivan Baitello
Corinthians
Júlio César; Moradei, Wallace, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf e Paulinho (Ramírez); Jorge Henrique, Morais (Danilo) e Dentinho; Willian (Bruno César). Técnico: Tite
Cartão amarelo
Corinthians: Jorge Henrique
Cartão vermelho
Corinthians: Jorge Henrique
Árbitro
Flávio Rodrigues Guerra
Local
Estádio José Maria Maia, Mirassol (SP)
sábado, 5 de março de 2011
Corinthians bate Linense, vence 1ª fora de casa no ano e é líder
O Campeonato Paulista tem um novo líder. O Corinthians derrotou o Linense neste sábado por 2 a 0 e assumiu a ponta do Estadual, aproveitando-se do empate do Mirassol em casa com o Noroeste na última sexta. Os paulistanos chegaram a 25 pontos e não podem ser ultrapassados na 11ª rodada. É o primeiro triunfo fora de casa no ano.
Os gols foram marcados por Bruno Quadros, contra, no primeiro tempo, e Liedson, durante a etapa complementar. O atacante chegou a oito gols em seis jogos com a camisa alvinegra desde que retornou ao Parque São Jorge.
De quebra, o Corinthians conseguiu sua primeira vitória fora da cidade de São Paulo sob o comando de Tite. O técnico assumiu o time no mês de outubro de 2010 e havia colecionado seis empates longe da capital paulistana e uma derrota - o fatídico duelo contra o Tolima, pela Copa Libertadores. O último triunfo foi sobre o Santos, em 22 de setembro, um 3 a 2.
A principal novidade na equipe do Corinthians foi o retorno de Bruno César ao time titular. O meia substituiu Jorge Henrique, fora por problemas musculares, sendo escalado na criação ao lado de Morais. Para o Linense, o destaque é Pedrão, que volta após passagem ruim de apenas 29 dias pelo Vitória.
O jogo
O jogo começou truncado, com os times não sendo capazes de tramar jogadas. Aos 2min, o Corinthians achou espaço em jogada de Liedson, que tocou para Alessandro chutar em cima do goleiro Paulo Musse. O lance de ataque foi uma exceção no início da partida, que seguiu sem emoções.
As péssimas condições do gramado reduziam as chances de um bom jogo. O Corinthians mantinha o jogo no ataque, mas não era capaz de tocar a bola. As melhores oportunidades saíam em lançamentos em profundidade, ainda que o goleiro Paulo Musse pouco trabalhasse.
Aos 34min, o Corinthians enfim conseguiu criar uma jogada, e o placar foi alterado. Alessandro avançou pela direita, cruzou e Bruno Quadros desviou contra o próprio gol. O time visitante ainda teve chance em cobrança de falta aos 39min, mas Morais finalizou para fora.
Depois do intervalo, a equipe alvinegra seguiu pressionando e ficou perto do segundo gol. Aos 5min, Liedson ganhou disputa de bola e chutou à direita do gol de Musse. Cinco minutos depois, o goleiro fez grande defesa em cabeçada de Leandro Castan e evitou o tento corintiano.
A pressão alvinegra prosseguiu, mas o segundo gol bateu na trave. Aos 17min, Dentinho fez jogada individual e acertou o poste direito em arremate cruzado. Na sequência, Bruno César finalizou pela linha de fundo. Três minutos depois, a bola enfim entrou. Em cobrança de escanteio curta, Morais alçou na área e Liedson cabeceou na medida, sem chances para Paulo Musse.
Mesmo com a boa vantagem no placar, o Corinthians seguiu no ataque, sem dar espaços para o Linense. O goleiro Júlio César conseguiu ficar os 90 minutos sem fazer uma defesa, tamanha a superioridade do time visitante.
Linense 0 x 2 Corinthians
Gols
Corinthians:
Bruno Quadros (contra), aos 34min do primeiro tempo, e Liedson, aos 20min do segundo tempo
Linense: Paulo Musse; Eric, André Turatto, Bruno Quadros e Júnior; Marcus Vinícius, Bilinha, Wellington (Eder) e Gilsinho (Anderson); Pedrão e André Luiz (Leandro Love). Técnico: Pintado
Corinthians: Júlio César; Alessandro, Wallace, Leandro Castan e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Morais e Bruno César; Dentinho (Edno) e Liedson (Willian). Técnico: Tite
Cartões amarelos
Linense: Júnior
Árbitro
Antônio Rogério Batista do Prado
Local
Estádio Gilberto Siqueira Lopes, em Lins (SP)
Os gols foram marcados por Bruno Quadros, contra, no primeiro tempo, e Liedson, durante a etapa complementar. O atacante chegou a oito gols em seis jogos com a camisa alvinegra desde que retornou ao Parque São Jorge.
De quebra, o Corinthians conseguiu sua primeira vitória fora da cidade de São Paulo sob o comando de Tite. O técnico assumiu o time no mês de outubro de 2010 e havia colecionado seis empates longe da capital paulistana e uma derrota - o fatídico duelo contra o Tolima, pela Copa Libertadores. O último triunfo foi sobre o Santos, em 22 de setembro, um 3 a 2.
A principal novidade na equipe do Corinthians foi o retorno de Bruno César ao time titular. O meia substituiu Jorge Henrique, fora por problemas musculares, sendo escalado na criação ao lado de Morais. Para o Linense, o destaque é Pedrão, que volta após passagem ruim de apenas 29 dias pelo Vitória.
O jogo
O jogo começou truncado, com os times não sendo capazes de tramar jogadas. Aos 2min, o Corinthians achou espaço em jogada de Liedson, que tocou para Alessandro chutar em cima do goleiro Paulo Musse. O lance de ataque foi uma exceção no início da partida, que seguiu sem emoções.
As péssimas condições do gramado reduziam as chances de um bom jogo. O Corinthians mantinha o jogo no ataque, mas não era capaz de tocar a bola. As melhores oportunidades saíam em lançamentos em profundidade, ainda que o goleiro Paulo Musse pouco trabalhasse.
Aos 34min, o Corinthians enfim conseguiu criar uma jogada, e o placar foi alterado. Alessandro avançou pela direita, cruzou e Bruno Quadros desviou contra o próprio gol. O time visitante ainda teve chance em cobrança de falta aos 39min, mas Morais finalizou para fora.
Depois do intervalo, a equipe alvinegra seguiu pressionando e ficou perto do segundo gol. Aos 5min, Liedson ganhou disputa de bola e chutou à direita do gol de Musse. Cinco minutos depois, o goleiro fez grande defesa em cabeçada de Leandro Castan e evitou o tento corintiano.
A pressão alvinegra prosseguiu, mas o segundo gol bateu na trave. Aos 17min, Dentinho fez jogada individual e acertou o poste direito em arremate cruzado. Na sequência, Bruno César finalizou pela linha de fundo. Três minutos depois, a bola enfim entrou. Em cobrança de escanteio curta, Morais alçou na área e Liedson cabeceou na medida, sem chances para Paulo Musse.
Mesmo com a boa vantagem no placar, o Corinthians seguiu no ataque, sem dar espaços para o Linense. O goleiro Júlio César conseguiu ficar os 90 minutos sem fazer uma defesa, tamanha a superioridade do time visitante.
Linense 0 x 2 Corinthians
Gols
Corinthians:
Bruno Quadros (contra), aos 34min do primeiro tempo, e Liedson, aos 20min do segundo tempo
Linense: Paulo Musse; Eric, André Turatto, Bruno Quadros e Júnior; Marcus Vinícius, Bilinha, Wellington (Eder) e Gilsinho (Anderson); Pedrão e André Luiz (Leandro Love). Técnico: Pintado
Corinthians: Júlio César; Alessandro, Wallace, Leandro Castan e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Morais e Bruno César; Dentinho (Edno) e Liedson (Willian). Técnico: Tite
Cartões amarelos
Linense: Júnior
Árbitro
Antônio Rogério Batista do Prado
Local
Estádio Gilberto Siqueira Lopes, em Lins (SP)
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Em clássico conturbado, Palmeiras marca no fim e empata com São Paulo
Thiago Heleno tenta finalização durante o duelo deste domingo no Morumbi
Foto: Fernando Borges/Terra
Foto: Fernando Borges/Terra
Em clássico conturbado, marcado por um longo atraso por conta da chuva, um "apagão" e lances violentos, o Palmeiras buscou empate por 1 a 1 contra o São Paulo, neste domingo, no Morumbi, e se manteve à frente do arquirrival na tabela do Campeonato Paulista.
Previsto para as 16h (de Brasília), o clássico esteve perto de ser adiado por conta da forte chuva que gerou caos na capital paulista neste domingo. Os jogadores chegaram a se aquecer sob a tempestade e sobre um gramado repleto de poças até que foram orientados a voltar aos vestiários. O árbitro Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza postergou o início por 30 minutos em duas ocasiões até considerar que o gramado tinha melhorado de condições e autorizar a realização do duelo.
Quando a bola rolou, Fernandinho colocou o São Paulo em vantagem em belo chute aos 25min do primeiro tempo. Alex Silva deixou a equipe da casa com um jogador a menos aos 12min da etapa final, após agredir Adriano "Michael jackson", justamente o autor do gol alviverde, que saiu apenas aos 39min.
Com o resultado, o Palmeiras vai a 21 pontos e desperdiça a chance de reassumir a liderança (o Corinthians soma 22 e o Mirassol pode alcançar esta mesma pontuação). Já o São Paulo fica com 19, mas pode comemorar ao menos a manutenção de um longo tabu contra o arquirrival. Desde 2002, os alviverdes não vencem os tricolores no Morumbi - já são 17 jogos.
O jogo
Após muita água e espera, os dois times fizeram a bola rolar a partir das 17h09. Do lado são-paulino, o técnico Paulo César Carpegiani decidiu deixar o veterano Rivaldo no banco e manteve Casemiro e Carlinhos Paraíba, que era dúvida, como titulares. Rogério Ceni superou dores nas costas e também foi a campo. No Palmeiras, Luan ganhou a concorrência de Adriano no ataque e iniciou ao lado de Kleber.
Quem imaginou que o gramado alagado e a longa espera nos vestiários esfriaram os ânimos dos jogadores não demorou para perceber que estava enganado. Logo no primeiro minuto, Valdivia e Miranda se estranharam e foram advertidos pelo árbitro. Mais dois minutos e o zagueiro acertou o chileno e levou amarelo. Em 12min, o clássico da décima rodada do Paulista já registrava 11 faltas.
Quando as equipes se preocuparam em jogar, o Palmeiras criou a primeira chance de perigo. Marcos Assunção cobrou falta, Rogério Ceni falhou e Kleber por pouco não arrematou para o gol. A partir dos 15min, no entanto, o São Paulo aumentou o ritmo de jogo, mantendo a bola no ataque. Dagoberto só não marcou de falta porque Deola foi buscar no ângulo.
Mas os donos da casa não demorariam para abrir o placar. Fernandinho dominou a bola pela esquerda e bateu forte no canto esquerdo de Deola, marcando um belo gol aos 25min. Segundos depois, no entanto, a torcida teve mais um teste de paciência. Os refletores do Morumbi se apagaram e a energia só voltou 15 minutos depois. No reinício, o Palmeiras teve mais posse, mas o São Paulo, com velocidade, foi mais objetivo. Lucas cruzou com efeito e quase ampliou aos 34min antes de mandar outra boa oportunidade para fora aos 45min.
O Palmeiras voltou do intervalo com Leandro Amaro no lugar de Danilo, que já tinha amarelo, mas viu o time tricolor assustar em cabeçada de Dagoberto logo no início. Com o time alviverde inoperante no ataque, Felipão trocou Luan por Adriano. O atacante que saiu do banco nem bem tocou na bola e cavou a expulsão de Alex Silva aos 12min. O zagueiro se irritou com o que considerou uma simulação do rival, o empurrou e levou o cartão vermelho de forma direta da arbitragem, gerando muitos protestos tricolores.
O clima, então, voltou a ficar quente a partir da expulsão. A cada falta mais violenta os jogadores discutiam e o juiz era cercado. O Palmeiras se lançou para frente e quase marcou aos 26min, quando Tinga soltou uma bomba e Rogério Ceni fez bela defesa. Na sequência, Carpegiani reforçou a defesa, tirando Fernandinho e mandando Xandão a campo. Valdivia e Adriano tiveram boas chances e pararam no goleiro tricolor. Aos 39min, porém, Kleber deixou Adriano na cara de Rogério, que desta vez nada pôde fazer para evitar a igualdade.
Os dois times voltam a campo pelo Paulista no próximo sábado. O São Paulo pega o São Caetano no Anacleto Campanella, enquanto o Palmeiras recebe o Santo André no Pacaembu. Antes, no mesmo estádio, os alviverdes fazem o duelo de volta contra o Comercial-MS, pela primeira fase da Copa do Brasil.
São Paulo x Palmeiras
Gols
São Paulo:
Fernandinho, aos 25min do primeiro tempo
Palmeiras:
Adriano, aos 39min do segundo tempo
São Paulo: Rogério Ceni; Rhodolfo, Alex Silva e Miranda; Jean, Carlinhos Paraíba, Casemiro, Lucas (Rivaldo) e Juan; Fernandinho e Dagoberto (Willian José). Técnico: Paulo César Carpegiani
Palmeiras: Deola; Cicinho, Thiago Heleno, Danilo (Leandro Amaro) e Gabriel Silva; Marcos Assunção (João Vitor), Márcio Araújo, Tinga e Valdívia; Kleber e Luan (Adriano). Técnico: Luiz Felipe Scolari
Cartões amarelos
São Paulo: Miranda, Dagoberto
Palmeiras: Danilo, Marcos Assunção
Cartão vermelho
São Paulo: Alex Silva
Árbitro
Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza
Renda e Público
R$ 815.394,00/26.138 pagantes
Local
Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Previsto para as 16h (de Brasília), o clássico esteve perto de ser adiado por conta da forte chuva que gerou caos na capital paulista neste domingo. Os jogadores chegaram a se aquecer sob a tempestade e sobre um gramado repleto de poças até que foram orientados a voltar aos vestiários. O árbitro Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza postergou o início por 30 minutos em duas ocasiões até considerar que o gramado tinha melhorado de condições e autorizar a realização do duelo.
Quando a bola rolou, Fernandinho colocou o São Paulo em vantagem em belo chute aos 25min do primeiro tempo. Alex Silva deixou a equipe da casa com um jogador a menos aos 12min da etapa final, após agredir Adriano "Michael jackson", justamente o autor do gol alviverde, que saiu apenas aos 39min.
Com o resultado, o Palmeiras vai a 21 pontos e desperdiça a chance de reassumir a liderança (o Corinthians soma 22 e o Mirassol pode alcançar esta mesma pontuação). Já o São Paulo fica com 19, mas pode comemorar ao menos a manutenção de um longo tabu contra o arquirrival. Desde 2002, os alviverdes não vencem os tricolores no Morumbi - já são 17 jogos.
O jogo
Após muita água e espera, os dois times fizeram a bola rolar a partir das 17h09. Do lado são-paulino, o técnico Paulo César Carpegiani decidiu deixar o veterano Rivaldo no banco e manteve Casemiro e Carlinhos Paraíba, que era dúvida, como titulares. Rogério Ceni superou dores nas costas e também foi a campo. No Palmeiras, Luan ganhou a concorrência de Adriano no ataque e iniciou ao lado de Kleber.
Quem imaginou que o gramado alagado e a longa espera nos vestiários esfriaram os ânimos dos jogadores não demorou para perceber que estava enganado. Logo no primeiro minuto, Valdivia e Miranda se estranharam e foram advertidos pelo árbitro. Mais dois minutos e o zagueiro acertou o chileno e levou amarelo. Em 12min, o clássico da décima rodada do Paulista já registrava 11 faltas.
Quando as equipes se preocuparam em jogar, o Palmeiras criou a primeira chance de perigo. Marcos Assunção cobrou falta, Rogério Ceni falhou e Kleber por pouco não arrematou para o gol. A partir dos 15min, no entanto, o São Paulo aumentou o ritmo de jogo, mantendo a bola no ataque. Dagoberto só não marcou de falta porque Deola foi buscar no ângulo.
Mas os donos da casa não demorariam para abrir o placar. Fernandinho dominou a bola pela esquerda e bateu forte no canto esquerdo de Deola, marcando um belo gol aos 25min. Segundos depois, no entanto, a torcida teve mais um teste de paciência. Os refletores do Morumbi se apagaram e a energia só voltou 15 minutos depois. No reinício, o Palmeiras teve mais posse, mas o São Paulo, com velocidade, foi mais objetivo. Lucas cruzou com efeito e quase ampliou aos 34min antes de mandar outra boa oportunidade para fora aos 45min.
O Palmeiras voltou do intervalo com Leandro Amaro no lugar de Danilo, que já tinha amarelo, mas viu o time tricolor assustar em cabeçada de Dagoberto logo no início. Com o time alviverde inoperante no ataque, Felipão trocou Luan por Adriano. O atacante que saiu do banco nem bem tocou na bola e cavou a expulsão de Alex Silva aos 12min. O zagueiro se irritou com o que considerou uma simulação do rival, o empurrou e levou o cartão vermelho de forma direta da arbitragem, gerando muitos protestos tricolores.
O clima, então, voltou a ficar quente a partir da expulsão. A cada falta mais violenta os jogadores discutiam e o juiz era cercado. O Palmeiras se lançou para frente e quase marcou aos 26min, quando Tinga soltou uma bomba e Rogério Ceni fez bela defesa. Na sequência, Carpegiani reforçou a defesa, tirando Fernandinho e mandando Xandão a campo. Valdivia e Adriano tiveram boas chances e pararam no goleiro tricolor. Aos 39min, porém, Kleber deixou Adriano na cara de Rogério, que desta vez nada pôde fazer para evitar a igualdade.
Os dois times voltam a campo pelo Paulista no próximo sábado. O São Paulo pega o São Caetano no Anacleto Campanella, enquanto o Palmeiras recebe o Santo André no Pacaembu. Antes, no mesmo estádio, os alviverdes fazem o duelo de volta contra o Comercial-MS, pela primeira fase da Copa do Brasil.
São Paulo x Palmeiras
Gols
São Paulo:
Fernandinho, aos 25min do primeiro tempo
Palmeiras:
Adriano, aos 39min do segundo tempo
São Paulo: Rogério Ceni; Rhodolfo, Alex Silva e Miranda; Jean, Carlinhos Paraíba, Casemiro, Lucas (Rivaldo) e Juan; Fernandinho e Dagoberto (Willian José). Técnico: Paulo César Carpegiani
Palmeiras: Deola; Cicinho, Thiago Heleno, Danilo (Leandro Amaro) e Gabriel Silva; Marcos Assunção (João Vitor), Márcio Araújo, Tinga e Valdívia; Kleber e Luan (Adriano). Técnico: Luiz Felipe Scolari
Cartões amarelos
São Paulo: Miranda, Dagoberto
Palmeiras: Danilo, Marcos Assunção
Cartão vermelho
São Paulo: Alex Silva
Árbitro
Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza
Renda e Público
R$ 815.394,00/26.138 pagantes
Local
Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Sport Club Corinthians Paulista
Sport Club Corinthians Paulista
O Sport Club Corinthians Paulista é um clube desportivo brasileiro.[2] Foi fundado como uma equipe de futebol no dia 1º de setembro de 1910 por um grupo de operários do bairro do Bom Retiro, na cidade de São Paulo.[3] O nome foi inspirado no Corinthian FC de Londres, que excursionava pelo Brasil.[4][5]
A ideia inicial era de fundar um novo time de futebol para jogar no futebol de várzea, já que o Liga Paulista era disputada apenas por equipes da elite.[3][6] Graças a uma dissidência entre os clubes aristocráticos da Liga Paulista de Foot-Ball, o Corinthians disputou uma seletiva classificatória para o torneio dessa entidade, que era o mais importante a época. Assim, em 1913 o clube jogaria pela primeira vez o Campeonato Paulista. [7] A origem humilde do Corinthians refletiu-se em alguns de seus apelidos, como clube dos operários ou time do povo. Foi o primeiro clube de São Paulo a abrir espaço para jogadores pobres. Foi também o segundo clube do futebol brasileiro - o primeiro foi o Bangu - e o primeiro do futebol paulista a aceitar atletas negros no time.[8][9][10]
Embora o clube tenha atuado em outras modalidades esportivas ao longo dos anos, como remo, basquete, natação, vôlei, tênis, taekwondo, futsal, judô, peteca e handebol, suas principais conquistas e o seu reconhecimento foram alcançados pelo futebol profissional.[11] Foi o primeiro clube a ganhar o Mundial de Clubes da FIFA[12] e o único a conquistar o título em casa, no Brasil, em 2000.[13][14][15] Possui também quatro títulos do Campeonato Brasileiro (1990, 1998, 1999 e 2005),[16] três da Copa do Brasil (1995, 2002 e 2009),[17] 26 do Campeonato Paulista[17] - sendo deste último o maior recordista de conquistas no Estado e é o único clube três vezes tricampeão do torneio[18] - e cinco do Torneio Rio-São Paulo (1950-1953-1954-1966-2002).
Em 1951, o Corinthians foi primeiro time do futebol brasileiro a ultrapassar a marca dos 100 gols em um campeonato oficial, quando fez 103 em apenas 28 jogos no Campeonato paulista daquela temporada.[19] De 1952 a 1954, o clube fez 28 partidas internacionais sem derrota - incluindo a disputa e conquista da Pequena Copa do Mundo de 1953 na Venezuela, com duas vitórias sobre o Barcelona da Espanha)[20] - e superou o recorde anterior que pertencia ao Vasco. O Corinthians faz parte do seleto grupo de equipes que representatam oficialmente a Seleção Brasileira de Futebol, em um amistoso contra o Arsenal em 1965, e é responsável pela maior goleada ocorrida até hoje em Campeonatos Brasileiros, quando fez 10 a 1 no Tiradentes-PI em 1983.[21]
O estádio oficial do Corinthians é o Estádio Alfredo Schürig, mais conhecido como "Parque São Jorge" ou "Fazendinha". Foi reinaugurado em 1928 e atualmente tem capacidade para pouco mais 15 mil pessoas.[22][23] Jogando lá, o único título que o clube conquistou foi o Paulista de 1939. Por conta da capacidade reduzida do estádio e por ser um clube popular desde sempre, o Corinthians costuma atuar com mandante no Estádio Municipal do Pacaembu.[24] Seus principais rivais no futebol são o Palmeiras, com quem disputa o Derby Paulista, com o Santos, com quem disputa o Clássico Alvinegro, e o São Paulo, com quem disputa o Majestoso.
Sua torcida é conhecida como "Fiel"[25] e seus torcedores são estimados em mais de 25 milhões espalhados por todo Brasil, o que credencia o Corinthians como o segundo time mais popular do país[26][27][28] e o primeiro na Região Sudeste e no Estado de São Paulo - onde tem mais torcedores que São Paulo e Palmeiras juntos.[29]
Ao longo de sua história centenária, o clube teve grandes ídolos como Neco (1913-1930), Amílcar (1913-1923), Teleco (1934-1944), Servilio (1938-1948), Claudio (1945-1957), Baltazar (1947-1958), Roberto Belangero (1947-1960), Idário (1949-1959), Luizinho (1949-1967), Gilmar (1951-1961), Rivelino (1965-1974), Zé Maria (1970-1983), Wladimir (de 1972-1985 e 1987), Palhinha (1977-1980), Biro-Biro (1978-1988), Sócrates (1978-1984), Casagrande (1982-1986 e 1994), Ronaldo (1988-1998), Neto (1989-1993), Marcelinho Carioca (1993-1997, 1998-2001 e 2006), Carlos Tevez (2005-2006) e Ronaldo Fenômeno (2009-2010).
O Sport Club Corinthians Paulista é um clube desportivo brasileiro.[2] Foi fundado como uma equipe de futebol no dia 1º de setembro de 1910 por um grupo de operários do bairro do Bom Retiro, na cidade de São Paulo.[3] O nome foi inspirado no Corinthian FC de Londres, que excursionava pelo Brasil.[4][5]
A ideia inicial era de fundar um novo time de futebol para jogar no futebol de várzea, já que o Liga Paulista era disputada apenas por equipes da elite.[3][6] Graças a uma dissidência entre os clubes aristocráticos da Liga Paulista de Foot-Ball, o Corinthians disputou uma seletiva classificatória para o torneio dessa entidade, que era o mais importante a época. Assim, em 1913 o clube jogaria pela primeira vez o Campeonato Paulista. [7] A origem humilde do Corinthians refletiu-se em alguns de seus apelidos, como clube dos operários ou time do povo. Foi o primeiro clube de São Paulo a abrir espaço para jogadores pobres. Foi também o segundo clube do futebol brasileiro - o primeiro foi o Bangu - e o primeiro do futebol paulista a aceitar atletas negros no time.[8][9][10]
Embora o clube tenha atuado em outras modalidades esportivas ao longo dos anos, como remo, basquete, natação, vôlei, tênis, taekwondo, futsal, judô, peteca e handebol, suas principais conquistas e o seu reconhecimento foram alcançados pelo futebol profissional.[11] Foi o primeiro clube a ganhar o Mundial de Clubes da FIFA[12] e o único a conquistar o título em casa, no Brasil, em 2000.[13][14][15] Possui também quatro títulos do Campeonato Brasileiro (1990, 1998, 1999 e 2005),[16] três da Copa do Brasil (1995, 2002 e 2009),[17] 26 do Campeonato Paulista[17] - sendo deste último o maior recordista de conquistas no Estado e é o único clube três vezes tricampeão do torneio[18] - e cinco do Torneio Rio-São Paulo (1950-1953-1954-1966-2002).
Em 1951, o Corinthians foi primeiro time do futebol brasileiro a ultrapassar a marca dos 100 gols em um campeonato oficial, quando fez 103 em apenas 28 jogos no Campeonato paulista daquela temporada.[19] De 1952 a 1954, o clube fez 28 partidas internacionais sem derrota - incluindo a disputa e conquista da Pequena Copa do Mundo de 1953 na Venezuela, com duas vitórias sobre o Barcelona da Espanha)[20] - e superou o recorde anterior que pertencia ao Vasco. O Corinthians faz parte do seleto grupo de equipes que representatam oficialmente a Seleção Brasileira de Futebol, em um amistoso contra o Arsenal em 1965, e é responsável pela maior goleada ocorrida até hoje em Campeonatos Brasileiros, quando fez 10 a 1 no Tiradentes-PI em 1983.[21]
O estádio oficial do Corinthians é o Estádio Alfredo Schürig, mais conhecido como "Parque São Jorge" ou "Fazendinha". Foi reinaugurado em 1928 e atualmente tem capacidade para pouco mais 15 mil pessoas.[22][23] Jogando lá, o único título que o clube conquistou foi o Paulista de 1939. Por conta da capacidade reduzida do estádio e por ser um clube popular desde sempre, o Corinthians costuma atuar com mandante no Estádio Municipal do Pacaembu.[24] Seus principais rivais no futebol são o Palmeiras, com quem disputa o Derby Paulista, com o Santos, com quem disputa o Clássico Alvinegro, e o São Paulo, com quem disputa o Majestoso.
Sua torcida é conhecida como "Fiel"[25] e seus torcedores são estimados em mais de 25 milhões espalhados por todo Brasil, o que credencia o Corinthians como o segundo time mais popular do país[26][27][28] e o primeiro na Região Sudeste e no Estado de São Paulo - onde tem mais torcedores que São Paulo e Palmeiras juntos.[29]
Ao longo de sua história centenária, o clube teve grandes ídolos como Neco (1913-1930), Amílcar (1913-1923), Teleco (1934-1944), Servilio (1938-1948), Claudio (1945-1957), Baltazar (1947-1958), Roberto Belangero (1947-1960), Idário (1949-1959), Luizinho (1949-1967), Gilmar (1951-1961), Rivelino (1965-1974), Zé Maria (1970-1983), Wladimir (de 1972-1985 e 1987), Palhinha (1977-1980), Biro-Biro (1978-1988), Sócrates (1978-1984), Casagrande (1982-1986 e 1994), Ronaldo (1988-1998), Neto (1989-1993), Marcelinho Carioca (1993-1997, 1998-2001 e 2006), Carlos Tevez (2005-2006) e Ronaldo Fenômeno (2009-2010).
Santos empata em casa, sai vaiado e aumenta pressão da torcida sobre Adilson
Adilson Batista disse que venceria o jogo para tomar café da manhã na padaria onde foi criticado. Mas sua previsão estava errada. Neste sábado, o Santos ficou no empate por 1 a 1 com o São Bernardo na Vila Belmiro, saiu vaiado de campo e aumentou ainda mais a pressão da torcida sobre o treinador.
Corinthians passeia no 1º tempo, goleia lanterna e 'dorme' líder do Paulista
Aconteceu tudo como o Corinthians queria. O time alvinegro se impôs em casa contra o lanterna Grêmio Prudente, goleou por 4 a 0 neste sábado no Pacaembu com direito a mais dois gols do artilheiro Liedson e ainda conseguiu ‘dormir’ na liderança do Paulistão.
A vitória expressiva deixou a equipe do técnico Tite com 22 pontos no primeiro lugar, dois a mais que o segundo colocado Palmeiras, que fará neste domingo o clássico contra o São Paulo pelo complemento da rodada. O Grêmio Prudente segue na lanterna com os mesmos cinco pontos.
O Grêmio Prudente esboçou uma marcação pressão logo no início, o que surpreendeu o Corinthians. Mas aos poucos, o time da casa foi mostrando a sua superioridade técnica perante o adversário, apesar de não conseguir traduzir isso em chances de gol.
Um lance isolado facilitou demais as coisas para o Corinthians. Dentinho fez bela jogada individual que resultou em pênalti de Paulinho, que o lateral esquerdo Fabio Santos converteu para fazer o seu terceiro gol no Paulistão.
Daí para frente ficou fácil demais, também porque o Grêmio Prudente mostrou porque é o lanterna da competição. Em uma bobeada da defesa, Liedson foi oportunista e marcou o dele, o sexto do atacante no Paulistão.
A vitória expressiva deixou a equipe do técnico Tite com 22 pontos no primeiro lugar, dois a mais que o segundo colocado Palmeiras, que fará neste domingo o clássico contra o São Paulo pelo complemento da rodada. O Grêmio Prudente segue na lanterna com os mesmos cinco pontos.
A seis partidas sem perder na temporada, o Corinthians jogará no sábado de Carnaval contra o Linense fora de casa às 16h. Um dia antes, o Grêmio Prudente tentará a reabilitação contra o Ituano, às 20h30, em seus domínios.
O Grêmio Prudente esboçou uma marcação pressão logo no início, o que surpreendeu o Corinthians. Mas aos poucos, o time da casa foi mostrando a sua superioridade técnica perante o adversário, apesar de não conseguir traduzir isso em chances de gol.
Um lance isolado facilitou demais as coisas para o Corinthians. Dentinho fez bela jogada individual que resultou em pênalti de Paulinho, que o lateral esquerdo Fabio Santos converteu para fazer o seu terceiro gol no Paulistão.
Daí para frente ficou fácil demais, também porque o Grêmio Prudente mostrou porque é o lanterna da competição. Em uma bobeada da defesa, Liedson foi oportunista e marcou o dele, o sexto do atacante no Paulistão.
Jornal: Teixeira teria pedido para Corinthians não negociar com Ganso
O presidente do Corinthians foi pivô no racha dos clubes com o C13 nesta semana
Foto: Ricardo Matsukawa/Terra
Foto: Ricardo Matsukawa/Terra
A negociação entre Corinthians e Paulo Henrique Ganso, por meio do grupo de investidores DIS, teria sido interrompida por Andrés Sanchez após conversa telefônica com o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, segundo a Folha de S. Paulo . Teixeira teria argumentado que o negócio poderia interferir na polêmica do Clube dos 13 - que passa por racha histórico por conta das negociações por cotas de televisão no Campeonato Brasileiro e tem o Corinthians como principal dissidente.
Ainda segundo o jornal, Andrés telefonou para Luis Alvaro, presidente do Santos, e afirmou que, em nome da amizade entre os clubes, não daria sequência na proposta oferecida pelo DIS. O grupo possui 45 % dos direitos econômicos de Ganso e estaria interessado em comprar a parte do Santos, oferecendo o atleta ao Corinthians por empréstimo - em troca de parcelas de outros jogadores. A assessoria da CBF negou o contato de Andrés com o presidente da entidade.
Ainda segundo o jornal, Andrés telefonou para Luis Alvaro, presidente do Santos, e afirmou que, em nome da amizade entre os clubes, não daria sequência na proposta oferecida pelo DIS. O grupo possui 45 % dos direitos econômicos de Ganso e estaria interessado em comprar a parte do Santos, oferecendo o atleta ao Corinthians por empréstimo - em troca de parcelas de outros jogadores. A assessoria da CBF negou o contato de Andrés com o presidente da entidade.
Com 1º tempo arrasador, Corinthians goleia Prudente e lidera
Corinthians vence e assume liderança provisória
O Corinthians não tomou conhecimento do Grêmio Prudente e goleou o lanterna do Campeonato Paulista por 4 a 0 na noite deste sábado, no Pacaembu. O resultado deixa a equipe alvinegra provisoriamente no outro extremo da tabela do torneio.
O time do técnico Tite aproveitou a fragilidade defensiva do rival e resolveu a partida com um primeiro tempo arrasador: O lateral Fábio Santos, em cobrança de pênalti, o artilheiro Liedson e Dentinho marcaram para os anfitriões. Liedson ainda marcaria de novo no fim da etapa complementar.
Após fazer sua parte, o time alvinegro, 22 pontos, fechará a décima rodada do Paulista na ponta se Palmeiras (20) e Mirassol (19) não vencerem no domingo os seus compromissos contra São Paulo e Paulista, respectivamente. Os dois concorrentes jogam fora de casa.
Único invicto do torneio, o Corinthians valorizou a posse desde o início de jogo e não demorou para marcar. Paulinho tentou drible na área e foi derrubado por Nino. Pênalti, que Fábio Santos cobrou com perfeição aos 13min.
Lanterna do Paulista com apenas cinco pontos, o Prudente seguiu dando espaços aos donos da casa, que aproveitaram para ampliar. Aos 20min, Liedson aproveitou lançamento e tocou por cobertura na saída de Márcio para marcar seu primeiro no jogo.
Para alegria da torcida no Pacaembu, o time de Tite manteve o ritmo e aumentou aos 28min com outro bonito gol. Morais fez boa jogada pela direita e tocou para Dentinho, que dominou e acertou o ângulo com categoria. Ainda na etapa inicial, Paulinho chutou na trave e Leandro Castan também perdeu boa oportunidade.
Se o primeiro tempo foi arrasador, o segundo foi em boa parte sonolento. O time da casa tirou o pé do acelerador muito graças a boa vantagem, enquanto o Grêmio Prudente passou a atacar mais, sem, no entanto, mostrar qualidade.
Ainda assim, o Corinthians conseguiu criar chances. Aos 16min, Dentinho fez grande jogada individual, mas acertou a trave. Tite aproveitou para mexer na equipe, mas manteve Liedson, que marcou seu sétimo gol no Paulista aos 41min, após lançamento de Bruno César, que saiu do banco.
O time alvinegro volta a campo no próximo sábado, quando encara o Linense fora de casa. O Prudente recebe o Ituano no mesmo dia.
Corinthians 4 x 0 Grêmio Prudente
Gols
Corinthians:
Liedson, aos 20min do primeiro tempo e aos 41min do segundo tempo; Fábio Santos, aos 13min, e Dentinho, aos 28min do primeiro tempo
Corinthians: Júlio César; Alessandro, Wallace, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Morais (Luis Ramírez) e Jorge Henrique (Bruno César); Dentinho (Edno) e Liedson. Técnico: Tite
O time do técnico Tite aproveitou a fragilidade defensiva do rival e resolveu a partida com um primeiro tempo arrasador: O lateral Fábio Santos, em cobrança de pênalti, o artilheiro Liedson e Dentinho marcaram para os anfitriões. Liedson ainda marcaria de novo no fim da etapa complementar.
Após fazer sua parte, o time alvinegro, 22 pontos, fechará a décima rodada do Paulista na ponta se Palmeiras (20) e Mirassol (19) não vencerem no domingo os seus compromissos contra São Paulo e Paulista, respectivamente. Os dois concorrentes jogam fora de casa.
Único invicto do torneio, o Corinthians valorizou a posse desde o início de jogo e não demorou para marcar. Paulinho tentou drible na área e foi derrubado por Nino. Pênalti, que Fábio Santos cobrou com perfeição aos 13min.
Lanterna do Paulista com apenas cinco pontos, o Prudente seguiu dando espaços aos donos da casa, que aproveitaram para ampliar. Aos 20min, Liedson aproveitou lançamento e tocou por cobertura na saída de Márcio para marcar seu primeiro no jogo.
Para alegria da torcida no Pacaembu, o time de Tite manteve o ritmo e aumentou aos 28min com outro bonito gol. Morais fez boa jogada pela direita e tocou para Dentinho, que dominou e acertou o ângulo com categoria. Ainda na etapa inicial, Paulinho chutou na trave e Leandro Castan também perdeu boa oportunidade.
Se o primeiro tempo foi arrasador, o segundo foi em boa parte sonolento. O time da casa tirou o pé do acelerador muito graças a boa vantagem, enquanto o Grêmio Prudente passou a atacar mais, sem, no entanto, mostrar qualidade.
Ainda assim, o Corinthians conseguiu criar chances. Aos 16min, Dentinho fez grande jogada individual, mas acertou a trave. Tite aproveitou para mexer na equipe, mas manteve Liedson, que marcou seu sétimo gol no Paulista aos 41min, após lançamento de Bruno César, que saiu do banco.
O time alvinegro volta a campo no próximo sábado, quando encara o Linense fora de casa. O Prudente recebe o Ituano no mesmo dia.
Corinthians 4 x 0 Grêmio Prudente
Gols
Corinthians:
Liedson, aos 20min do primeiro tempo e aos 41min do segundo tempo; Fábio Santos, aos 13min, e Dentinho, aos 28min do primeiro tempo
Corinthians: Júlio César; Alessandro, Wallace, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Morais (Luis Ramírez) e Jorge Henrique (Bruno César); Dentinho (Edno) e Liedson. Técnico: Tite
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