domingo, 27 de fevereiro de 2011
Em clássico conturbado, Palmeiras marca no fim e empata com São Paulo
Thiago Heleno tenta finalização durante o duelo deste domingo no Morumbi
Foto: Fernando Borges/Terra
Foto: Fernando Borges/Terra
Em clássico conturbado, marcado por um longo atraso por conta da chuva, um "apagão" e lances violentos, o Palmeiras buscou empate por 1 a 1 contra o São Paulo, neste domingo, no Morumbi, e se manteve à frente do arquirrival na tabela do Campeonato Paulista.
Previsto para as 16h (de Brasília), o clássico esteve perto de ser adiado por conta da forte chuva que gerou caos na capital paulista neste domingo. Os jogadores chegaram a se aquecer sob a tempestade e sobre um gramado repleto de poças até que foram orientados a voltar aos vestiários. O árbitro Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza postergou o início por 30 minutos em duas ocasiões até considerar que o gramado tinha melhorado de condições e autorizar a realização do duelo.
Quando a bola rolou, Fernandinho colocou o São Paulo em vantagem em belo chute aos 25min do primeiro tempo. Alex Silva deixou a equipe da casa com um jogador a menos aos 12min da etapa final, após agredir Adriano "Michael jackson", justamente o autor do gol alviverde, que saiu apenas aos 39min.
Com o resultado, o Palmeiras vai a 21 pontos e desperdiça a chance de reassumir a liderança (o Corinthians soma 22 e o Mirassol pode alcançar esta mesma pontuação). Já o São Paulo fica com 19, mas pode comemorar ao menos a manutenção de um longo tabu contra o arquirrival. Desde 2002, os alviverdes não vencem os tricolores no Morumbi - já são 17 jogos.
O jogo
Após muita água e espera, os dois times fizeram a bola rolar a partir das 17h09. Do lado são-paulino, o técnico Paulo César Carpegiani decidiu deixar o veterano Rivaldo no banco e manteve Casemiro e Carlinhos Paraíba, que era dúvida, como titulares. Rogério Ceni superou dores nas costas e também foi a campo. No Palmeiras, Luan ganhou a concorrência de Adriano no ataque e iniciou ao lado de Kleber.
Quem imaginou que o gramado alagado e a longa espera nos vestiários esfriaram os ânimos dos jogadores não demorou para perceber que estava enganado. Logo no primeiro minuto, Valdivia e Miranda se estranharam e foram advertidos pelo árbitro. Mais dois minutos e o zagueiro acertou o chileno e levou amarelo. Em 12min, o clássico da décima rodada do Paulista já registrava 11 faltas.
Quando as equipes se preocuparam em jogar, o Palmeiras criou a primeira chance de perigo. Marcos Assunção cobrou falta, Rogério Ceni falhou e Kleber por pouco não arrematou para o gol. A partir dos 15min, no entanto, o São Paulo aumentou o ritmo de jogo, mantendo a bola no ataque. Dagoberto só não marcou de falta porque Deola foi buscar no ângulo.
Mas os donos da casa não demorariam para abrir o placar. Fernandinho dominou a bola pela esquerda e bateu forte no canto esquerdo de Deola, marcando um belo gol aos 25min. Segundos depois, no entanto, a torcida teve mais um teste de paciência. Os refletores do Morumbi se apagaram e a energia só voltou 15 minutos depois. No reinício, o Palmeiras teve mais posse, mas o São Paulo, com velocidade, foi mais objetivo. Lucas cruzou com efeito e quase ampliou aos 34min antes de mandar outra boa oportunidade para fora aos 45min.
O Palmeiras voltou do intervalo com Leandro Amaro no lugar de Danilo, que já tinha amarelo, mas viu o time tricolor assustar em cabeçada de Dagoberto logo no início. Com o time alviverde inoperante no ataque, Felipão trocou Luan por Adriano. O atacante que saiu do banco nem bem tocou na bola e cavou a expulsão de Alex Silva aos 12min. O zagueiro se irritou com o que considerou uma simulação do rival, o empurrou e levou o cartão vermelho de forma direta da arbitragem, gerando muitos protestos tricolores.
O clima, então, voltou a ficar quente a partir da expulsão. A cada falta mais violenta os jogadores discutiam e o juiz era cercado. O Palmeiras se lançou para frente e quase marcou aos 26min, quando Tinga soltou uma bomba e Rogério Ceni fez bela defesa. Na sequência, Carpegiani reforçou a defesa, tirando Fernandinho e mandando Xandão a campo. Valdivia e Adriano tiveram boas chances e pararam no goleiro tricolor. Aos 39min, porém, Kleber deixou Adriano na cara de Rogério, que desta vez nada pôde fazer para evitar a igualdade.
Os dois times voltam a campo pelo Paulista no próximo sábado. O São Paulo pega o São Caetano no Anacleto Campanella, enquanto o Palmeiras recebe o Santo André no Pacaembu. Antes, no mesmo estádio, os alviverdes fazem o duelo de volta contra o Comercial-MS, pela primeira fase da Copa do Brasil.
São Paulo x Palmeiras
Gols
São Paulo:
Fernandinho, aos 25min do primeiro tempo
Palmeiras:
Adriano, aos 39min do segundo tempo
São Paulo: Rogério Ceni; Rhodolfo, Alex Silva e Miranda; Jean, Carlinhos Paraíba, Casemiro, Lucas (Rivaldo) e Juan; Fernandinho e Dagoberto (Willian José). Técnico: Paulo César Carpegiani
Palmeiras: Deola; Cicinho, Thiago Heleno, Danilo (Leandro Amaro) e Gabriel Silva; Marcos Assunção (João Vitor), Márcio Araújo, Tinga e Valdívia; Kleber e Luan (Adriano). Técnico: Luiz Felipe Scolari
Cartões amarelos
São Paulo: Miranda, Dagoberto
Palmeiras: Danilo, Marcos Assunção
Cartão vermelho
São Paulo: Alex Silva
Árbitro
Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza
Renda e Público
R$ 815.394,00/26.138 pagantes
Local
Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Previsto para as 16h (de Brasília), o clássico esteve perto de ser adiado por conta da forte chuva que gerou caos na capital paulista neste domingo. Os jogadores chegaram a se aquecer sob a tempestade e sobre um gramado repleto de poças até que foram orientados a voltar aos vestiários. O árbitro Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza postergou o início por 30 minutos em duas ocasiões até considerar que o gramado tinha melhorado de condições e autorizar a realização do duelo.
Quando a bola rolou, Fernandinho colocou o São Paulo em vantagem em belo chute aos 25min do primeiro tempo. Alex Silva deixou a equipe da casa com um jogador a menos aos 12min da etapa final, após agredir Adriano "Michael jackson", justamente o autor do gol alviverde, que saiu apenas aos 39min.
Com o resultado, o Palmeiras vai a 21 pontos e desperdiça a chance de reassumir a liderança (o Corinthians soma 22 e o Mirassol pode alcançar esta mesma pontuação). Já o São Paulo fica com 19, mas pode comemorar ao menos a manutenção de um longo tabu contra o arquirrival. Desde 2002, os alviverdes não vencem os tricolores no Morumbi - já são 17 jogos.
O jogo
Após muita água e espera, os dois times fizeram a bola rolar a partir das 17h09. Do lado são-paulino, o técnico Paulo César Carpegiani decidiu deixar o veterano Rivaldo no banco e manteve Casemiro e Carlinhos Paraíba, que era dúvida, como titulares. Rogério Ceni superou dores nas costas e também foi a campo. No Palmeiras, Luan ganhou a concorrência de Adriano no ataque e iniciou ao lado de Kleber.
Quem imaginou que o gramado alagado e a longa espera nos vestiários esfriaram os ânimos dos jogadores não demorou para perceber que estava enganado. Logo no primeiro minuto, Valdivia e Miranda se estranharam e foram advertidos pelo árbitro. Mais dois minutos e o zagueiro acertou o chileno e levou amarelo. Em 12min, o clássico da décima rodada do Paulista já registrava 11 faltas.
Quando as equipes se preocuparam em jogar, o Palmeiras criou a primeira chance de perigo. Marcos Assunção cobrou falta, Rogério Ceni falhou e Kleber por pouco não arrematou para o gol. A partir dos 15min, no entanto, o São Paulo aumentou o ritmo de jogo, mantendo a bola no ataque. Dagoberto só não marcou de falta porque Deola foi buscar no ângulo.
Mas os donos da casa não demorariam para abrir o placar. Fernandinho dominou a bola pela esquerda e bateu forte no canto esquerdo de Deola, marcando um belo gol aos 25min. Segundos depois, no entanto, a torcida teve mais um teste de paciência. Os refletores do Morumbi se apagaram e a energia só voltou 15 minutos depois. No reinício, o Palmeiras teve mais posse, mas o São Paulo, com velocidade, foi mais objetivo. Lucas cruzou com efeito e quase ampliou aos 34min antes de mandar outra boa oportunidade para fora aos 45min.
O Palmeiras voltou do intervalo com Leandro Amaro no lugar de Danilo, que já tinha amarelo, mas viu o time tricolor assustar em cabeçada de Dagoberto logo no início. Com o time alviverde inoperante no ataque, Felipão trocou Luan por Adriano. O atacante que saiu do banco nem bem tocou na bola e cavou a expulsão de Alex Silva aos 12min. O zagueiro se irritou com o que considerou uma simulação do rival, o empurrou e levou o cartão vermelho de forma direta da arbitragem, gerando muitos protestos tricolores.
O clima, então, voltou a ficar quente a partir da expulsão. A cada falta mais violenta os jogadores discutiam e o juiz era cercado. O Palmeiras se lançou para frente e quase marcou aos 26min, quando Tinga soltou uma bomba e Rogério Ceni fez bela defesa. Na sequência, Carpegiani reforçou a defesa, tirando Fernandinho e mandando Xandão a campo. Valdivia e Adriano tiveram boas chances e pararam no goleiro tricolor. Aos 39min, porém, Kleber deixou Adriano na cara de Rogério, que desta vez nada pôde fazer para evitar a igualdade.
Os dois times voltam a campo pelo Paulista no próximo sábado. O São Paulo pega o São Caetano no Anacleto Campanella, enquanto o Palmeiras recebe o Santo André no Pacaembu. Antes, no mesmo estádio, os alviverdes fazem o duelo de volta contra o Comercial-MS, pela primeira fase da Copa do Brasil.
São Paulo x Palmeiras
Gols
São Paulo:
Fernandinho, aos 25min do primeiro tempo
Palmeiras:
Adriano, aos 39min do segundo tempo
São Paulo: Rogério Ceni; Rhodolfo, Alex Silva e Miranda; Jean, Carlinhos Paraíba, Casemiro, Lucas (Rivaldo) e Juan; Fernandinho e Dagoberto (Willian José). Técnico: Paulo César Carpegiani
Palmeiras: Deola; Cicinho, Thiago Heleno, Danilo (Leandro Amaro) e Gabriel Silva; Marcos Assunção (João Vitor), Márcio Araújo, Tinga e Valdívia; Kleber e Luan (Adriano). Técnico: Luiz Felipe Scolari
Cartões amarelos
São Paulo: Miranda, Dagoberto
Palmeiras: Danilo, Marcos Assunção
Cartão vermelho
São Paulo: Alex Silva
Árbitro
Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza
Renda e Público
R$ 815.394,00/26.138 pagantes
Local
Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Sport Club Corinthians Paulista
Sport Club Corinthians Paulista
O Sport Club Corinthians Paulista é um clube desportivo brasileiro.[2] Foi fundado como uma equipe de futebol no dia 1º de setembro de 1910 por um grupo de operários do bairro do Bom Retiro, na cidade de São Paulo.[3] O nome foi inspirado no Corinthian FC de Londres, que excursionava pelo Brasil.[4][5]
A ideia inicial era de fundar um novo time de futebol para jogar no futebol de várzea, já que o Liga Paulista era disputada apenas por equipes da elite.[3][6] Graças a uma dissidência entre os clubes aristocráticos da Liga Paulista de Foot-Ball, o Corinthians disputou uma seletiva classificatória para o torneio dessa entidade, que era o mais importante a época. Assim, em 1913 o clube jogaria pela primeira vez o Campeonato Paulista. [7] A origem humilde do Corinthians refletiu-se em alguns de seus apelidos, como clube dos operários ou time do povo. Foi o primeiro clube de São Paulo a abrir espaço para jogadores pobres. Foi também o segundo clube do futebol brasileiro - o primeiro foi o Bangu - e o primeiro do futebol paulista a aceitar atletas negros no time.[8][9][10]
Embora o clube tenha atuado em outras modalidades esportivas ao longo dos anos, como remo, basquete, natação, vôlei, tênis, taekwondo, futsal, judô, peteca e handebol, suas principais conquistas e o seu reconhecimento foram alcançados pelo futebol profissional.[11] Foi o primeiro clube a ganhar o Mundial de Clubes da FIFA[12] e o único a conquistar o título em casa, no Brasil, em 2000.[13][14][15] Possui também quatro títulos do Campeonato Brasileiro (1990, 1998, 1999 e 2005),[16] três da Copa do Brasil (1995, 2002 e 2009),[17] 26 do Campeonato Paulista[17] - sendo deste último o maior recordista de conquistas no Estado e é o único clube três vezes tricampeão do torneio[18] - e cinco do Torneio Rio-São Paulo (1950-1953-1954-1966-2002).
Em 1951, o Corinthians foi primeiro time do futebol brasileiro a ultrapassar a marca dos 100 gols em um campeonato oficial, quando fez 103 em apenas 28 jogos no Campeonato paulista daquela temporada.[19] De 1952 a 1954, o clube fez 28 partidas internacionais sem derrota - incluindo a disputa e conquista da Pequena Copa do Mundo de 1953 na Venezuela, com duas vitórias sobre o Barcelona da Espanha)[20] - e superou o recorde anterior que pertencia ao Vasco. O Corinthians faz parte do seleto grupo de equipes que representatam oficialmente a Seleção Brasileira de Futebol, em um amistoso contra o Arsenal em 1965, e é responsável pela maior goleada ocorrida até hoje em Campeonatos Brasileiros, quando fez 10 a 1 no Tiradentes-PI em 1983.[21]
O estádio oficial do Corinthians é o Estádio Alfredo Schürig, mais conhecido como "Parque São Jorge" ou "Fazendinha". Foi reinaugurado em 1928 e atualmente tem capacidade para pouco mais 15 mil pessoas.[22][23] Jogando lá, o único título que o clube conquistou foi o Paulista de 1939. Por conta da capacidade reduzida do estádio e por ser um clube popular desde sempre, o Corinthians costuma atuar com mandante no Estádio Municipal do Pacaembu.[24] Seus principais rivais no futebol são o Palmeiras, com quem disputa o Derby Paulista, com o Santos, com quem disputa o Clássico Alvinegro, e o São Paulo, com quem disputa o Majestoso.
Sua torcida é conhecida como "Fiel"[25] e seus torcedores são estimados em mais de 25 milhões espalhados por todo Brasil, o que credencia o Corinthians como o segundo time mais popular do país[26][27][28] e o primeiro na Região Sudeste e no Estado de São Paulo - onde tem mais torcedores que São Paulo e Palmeiras juntos.[29]
Ao longo de sua história centenária, o clube teve grandes ídolos como Neco (1913-1930), Amílcar (1913-1923), Teleco (1934-1944), Servilio (1938-1948), Claudio (1945-1957), Baltazar (1947-1958), Roberto Belangero (1947-1960), Idário (1949-1959), Luizinho (1949-1967), Gilmar (1951-1961), Rivelino (1965-1974), Zé Maria (1970-1983), Wladimir (de 1972-1985 e 1987), Palhinha (1977-1980), Biro-Biro (1978-1988), Sócrates (1978-1984), Casagrande (1982-1986 e 1994), Ronaldo (1988-1998), Neto (1989-1993), Marcelinho Carioca (1993-1997, 1998-2001 e 2006), Carlos Tevez (2005-2006) e Ronaldo Fenômeno (2009-2010).
O Sport Club Corinthians Paulista é um clube desportivo brasileiro.[2] Foi fundado como uma equipe de futebol no dia 1º de setembro de 1910 por um grupo de operários do bairro do Bom Retiro, na cidade de São Paulo.[3] O nome foi inspirado no Corinthian FC de Londres, que excursionava pelo Brasil.[4][5]
A ideia inicial era de fundar um novo time de futebol para jogar no futebol de várzea, já que o Liga Paulista era disputada apenas por equipes da elite.[3][6] Graças a uma dissidência entre os clubes aristocráticos da Liga Paulista de Foot-Ball, o Corinthians disputou uma seletiva classificatória para o torneio dessa entidade, que era o mais importante a época. Assim, em 1913 o clube jogaria pela primeira vez o Campeonato Paulista. [7] A origem humilde do Corinthians refletiu-se em alguns de seus apelidos, como clube dos operários ou time do povo. Foi o primeiro clube de São Paulo a abrir espaço para jogadores pobres. Foi também o segundo clube do futebol brasileiro - o primeiro foi o Bangu - e o primeiro do futebol paulista a aceitar atletas negros no time.[8][9][10]
Embora o clube tenha atuado em outras modalidades esportivas ao longo dos anos, como remo, basquete, natação, vôlei, tênis, taekwondo, futsal, judô, peteca e handebol, suas principais conquistas e o seu reconhecimento foram alcançados pelo futebol profissional.[11] Foi o primeiro clube a ganhar o Mundial de Clubes da FIFA[12] e o único a conquistar o título em casa, no Brasil, em 2000.[13][14][15] Possui também quatro títulos do Campeonato Brasileiro (1990, 1998, 1999 e 2005),[16] três da Copa do Brasil (1995, 2002 e 2009),[17] 26 do Campeonato Paulista[17] - sendo deste último o maior recordista de conquistas no Estado e é o único clube três vezes tricampeão do torneio[18] - e cinco do Torneio Rio-São Paulo (1950-1953-1954-1966-2002).
Em 1951, o Corinthians foi primeiro time do futebol brasileiro a ultrapassar a marca dos 100 gols em um campeonato oficial, quando fez 103 em apenas 28 jogos no Campeonato paulista daquela temporada.[19] De 1952 a 1954, o clube fez 28 partidas internacionais sem derrota - incluindo a disputa e conquista da Pequena Copa do Mundo de 1953 na Venezuela, com duas vitórias sobre o Barcelona da Espanha)[20] - e superou o recorde anterior que pertencia ao Vasco. O Corinthians faz parte do seleto grupo de equipes que representatam oficialmente a Seleção Brasileira de Futebol, em um amistoso contra o Arsenal em 1965, e é responsável pela maior goleada ocorrida até hoje em Campeonatos Brasileiros, quando fez 10 a 1 no Tiradentes-PI em 1983.[21]
O estádio oficial do Corinthians é o Estádio Alfredo Schürig, mais conhecido como "Parque São Jorge" ou "Fazendinha". Foi reinaugurado em 1928 e atualmente tem capacidade para pouco mais 15 mil pessoas.[22][23] Jogando lá, o único título que o clube conquistou foi o Paulista de 1939. Por conta da capacidade reduzida do estádio e por ser um clube popular desde sempre, o Corinthians costuma atuar com mandante no Estádio Municipal do Pacaembu.[24] Seus principais rivais no futebol são o Palmeiras, com quem disputa o Derby Paulista, com o Santos, com quem disputa o Clássico Alvinegro, e o São Paulo, com quem disputa o Majestoso.
Sua torcida é conhecida como "Fiel"[25] e seus torcedores são estimados em mais de 25 milhões espalhados por todo Brasil, o que credencia o Corinthians como o segundo time mais popular do país[26][27][28] e o primeiro na Região Sudeste e no Estado de São Paulo - onde tem mais torcedores que São Paulo e Palmeiras juntos.[29]
Ao longo de sua história centenária, o clube teve grandes ídolos como Neco (1913-1930), Amílcar (1913-1923), Teleco (1934-1944), Servilio (1938-1948), Claudio (1945-1957), Baltazar (1947-1958), Roberto Belangero (1947-1960), Idário (1949-1959), Luizinho (1949-1967), Gilmar (1951-1961), Rivelino (1965-1974), Zé Maria (1970-1983), Wladimir (de 1972-1985 e 1987), Palhinha (1977-1980), Biro-Biro (1978-1988), Sócrates (1978-1984), Casagrande (1982-1986 e 1994), Ronaldo (1988-1998), Neto (1989-1993), Marcelinho Carioca (1993-1997, 1998-2001 e 2006), Carlos Tevez (2005-2006) e Ronaldo Fenômeno (2009-2010).
Santos empata em casa, sai vaiado e aumenta pressão da torcida sobre Adilson
Adilson Batista disse que venceria o jogo para tomar café da manhã na padaria onde foi criticado. Mas sua previsão estava errada. Neste sábado, o Santos ficou no empate por 1 a 1 com o São Bernardo na Vila Belmiro, saiu vaiado de campo e aumentou ainda mais a pressão da torcida sobre o treinador.
Corinthians passeia no 1º tempo, goleia lanterna e 'dorme' líder do Paulista
Aconteceu tudo como o Corinthians queria. O time alvinegro se impôs em casa contra o lanterna Grêmio Prudente, goleou por 4 a 0 neste sábado no Pacaembu com direito a mais dois gols do artilheiro Liedson e ainda conseguiu ‘dormir’ na liderança do Paulistão.
A vitória expressiva deixou a equipe do técnico Tite com 22 pontos no primeiro lugar, dois a mais que o segundo colocado Palmeiras, que fará neste domingo o clássico contra o São Paulo pelo complemento da rodada. O Grêmio Prudente segue na lanterna com os mesmos cinco pontos.
O Grêmio Prudente esboçou uma marcação pressão logo no início, o que surpreendeu o Corinthians. Mas aos poucos, o time da casa foi mostrando a sua superioridade técnica perante o adversário, apesar de não conseguir traduzir isso em chances de gol.
Um lance isolado facilitou demais as coisas para o Corinthians. Dentinho fez bela jogada individual que resultou em pênalti de Paulinho, que o lateral esquerdo Fabio Santos converteu para fazer o seu terceiro gol no Paulistão.
Daí para frente ficou fácil demais, também porque o Grêmio Prudente mostrou porque é o lanterna da competição. Em uma bobeada da defesa, Liedson foi oportunista e marcou o dele, o sexto do atacante no Paulistão.
A vitória expressiva deixou a equipe do técnico Tite com 22 pontos no primeiro lugar, dois a mais que o segundo colocado Palmeiras, que fará neste domingo o clássico contra o São Paulo pelo complemento da rodada. O Grêmio Prudente segue na lanterna com os mesmos cinco pontos.
A seis partidas sem perder na temporada, o Corinthians jogará no sábado de Carnaval contra o Linense fora de casa às 16h. Um dia antes, o Grêmio Prudente tentará a reabilitação contra o Ituano, às 20h30, em seus domínios.
O Grêmio Prudente esboçou uma marcação pressão logo no início, o que surpreendeu o Corinthians. Mas aos poucos, o time da casa foi mostrando a sua superioridade técnica perante o adversário, apesar de não conseguir traduzir isso em chances de gol.
Um lance isolado facilitou demais as coisas para o Corinthians. Dentinho fez bela jogada individual que resultou em pênalti de Paulinho, que o lateral esquerdo Fabio Santos converteu para fazer o seu terceiro gol no Paulistão.
Daí para frente ficou fácil demais, também porque o Grêmio Prudente mostrou porque é o lanterna da competição. Em uma bobeada da defesa, Liedson foi oportunista e marcou o dele, o sexto do atacante no Paulistão.
Jornal: Teixeira teria pedido para Corinthians não negociar com Ganso
O presidente do Corinthians foi pivô no racha dos clubes com o C13 nesta semana
Foto: Ricardo Matsukawa/Terra
Foto: Ricardo Matsukawa/Terra
A negociação entre Corinthians e Paulo Henrique Ganso, por meio do grupo de investidores DIS, teria sido interrompida por Andrés Sanchez após conversa telefônica com o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, segundo a Folha de S. Paulo . Teixeira teria argumentado que o negócio poderia interferir na polêmica do Clube dos 13 - que passa por racha histórico por conta das negociações por cotas de televisão no Campeonato Brasileiro e tem o Corinthians como principal dissidente.
Ainda segundo o jornal, Andrés telefonou para Luis Alvaro, presidente do Santos, e afirmou que, em nome da amizade entre os clubes, não daria sequência na proposta oferecida pelo DIS. O grupo possui 45 % dos direitos econômicos de Ganso e estaria interessado em comprar a parte do Santos, oferecendo o atleta ao Corinthians por empréstimo - em troca de parcelas de outros jogadores. A assessoria da CBF negou o contato de Andrés com o presidente da entidade.
Ainda segundo o jornal, Andrés telefonou para Luis Alvaro, presidente do Santos, e afirmou que, em nome da amizade entre os clubes, não daria sequência na proposta oferecida pelo DIS. O grupo possui 45 % dos direitos econômicos de Ganso e estaria interessado em comprar a parte do Santos, oferecendo o atleta ao Corinthians por empréstimo - em troca de parcelas de outros jogadores. A assessoria da CBF negou o contato de Andrés com o presidente da entidade.
Com 1º tempo arrasador, Corinthians goleia Prudente e lidera
Corinthians vence e assume liderança provisória
O Corinthians não tomou conhecimento do Grêmio Prudente e goleou o lanterna do Campeonato Paulista por 4 a 0 na noite deste sábado, no Pacaembu. O resultado deixa a equipe alvinegra provisoriamente no outro extremo da tabela do torneio.
O time do técnico Tite aproveitou a fragilidade defensiva do rival e resolveu a partida com um primeiro tempo arrasador: O lateral Fábio Santos, em cobrança de pênalti, o artilheiro Liedson e Dentinho marcaram para os anfitriões. Liedson ainda marcaria de novo no fim da etapa complementar.
Após fazer sua parte, o time alvinegro, 22 pontos, fechará a décima rodada do Paulista na ponta se Palmeiras (20) e Mirassol (19) não vencerem no domingo os seus compromissos contra São Paulo e Paulista, respectivamente. Os dois concorrentes jogam fora de casa.
Único invicto do torneio, o Corinthians valorizou a posse desde o início de jogo e não demorou para marcar. Paulinho tentou drible na área e foi derrubado por Nino. Pênalti, que Fábio Santos cobrou com perfeição aos 13min.
Lanterna do Paulista com apenas cinco pontos, o Prudente seguiu dando espaços aos donos da casa, que aproveitaram para ampliar. Aos 20min, Liedson aproveitou lançamento e tocou por cobertura na saída de Márcio para marcar seu primeiro no jogo.
Para alegria da torcida no Pacaembu, o time de Tite manteve o ritmo e aumentou aos 28min com outro bonito gol. Morais fez boa jogada pela direita e tocou para Dentinho, que dominou e acertou o ângulo com categoria. Ainda na etapa inicial, Paulinho chutou na trave e Leandro Castan também perdeu boa oportunidade.
Se o primeiro tempo foi arrasador, o segundo foi em boa parte sonolento. O time da casa tirou o pé do acelerador muito graças a boa vantagem, enquanto o Grêmio Prudente passou a atacar mais, sem, no entanto, mostrar qualidade.
Ainda assim, o Corinthians conseguiu criar chances. Aos 16min, Dentinho fez grande jogada individual, mas acertou a trave. Tite aproveitou para mexer na equipe, mas manteve Liedson, que marcou seu sétimo gol no Paulista aos 41min, após lançamento de Bruno César, que saiu do banco.
O time alvinegro volta a campo no próximo sábado, quando encara o Linense fora de casa. O Prudente recebe o Ituano no mesmo dia.
Corinthians 4 x 0 Grêmio Prudente
Gols
Corinthians:
Liedson, aos 20min do primeiro tempo e aos 41min do segundo tempo; Fábio Santos, aos 13min, e Dentinho, aos 28min do primeiro tempo
Corinthians: Júlio César; Alessandro, Wallace, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Morais (Luis Ramírez) e Jorge Henrique (Bruno César); Dentinho (Edno) e Liedson. Técnico: Tite
O time do técnico Tite aproveitou a fragilidade defensiva do rival e resolveu a partida com um primeiro tempo arrasador: O lateral Fábio Santos, em cobrança de pênalti, o artilheiro Liedson e Dentinho marcaram para os anfitriões. Liedson ainda marcaria de novo no fim da etapa complementar.
Após fazer sua parte, o time alvinegro, 22 pontos, fechará a décima rodada do Paulista na ponta se Palmeiras (20) e Mirassol (19) não vencerem no domingo os seus compromissos contra São Paulo e Paulista, respectivamente. Os dois concorrentes jogam fora de casa.
Único invicto do torneio, o Corinthians valorizou a posse desde o início de jogo e não demorou para marcar. Paulinho tentou drible na área e foi derrubado por Nino. Pênalti, que Fábio Santos cobrou com perfeição aos 13min.
Lanterna do Paulista com apenas cinco pontos, o Prudente seguiu dando espaços aos donos da casa, que aproveitaram para ampliar. Aos 20min, Liedson aproveitou lançamento e tocou por cobertura na saída de Márcio para marcar seu primeiro no jogo.
Para alegria da torcida no Pacaembu, o time de Tite manteve o ritmo e aumentou aos 28min com outro bonito gol. Morais fez boa jogada pela direita e tocou para Dentinho, que dominou e acertou o ângulo com categoria. Ainda na etapa inicial, Paulinho chutou na trave e Leandro Castan também perdeu boa oportunidade.
Se o primeiro tempo foi arrasador, o segundo foi em boa parte sonolento. O time da casa tirou o pé do acelerador muito graças a boa vantagem, enquanto o Grêmio Prudente passou a atacar mais, sem, no entanto, mostrar qualidade.
Ainda assim, o Corinthians conseguiu criar chances. Aos 16min, Dentinho fez grande jogada individual, mas acertou a trave. Tite aproveitou para mexer na equipe, mas manteve Liedson, que marcou seu sétimo gol no Paulista aos 41min, após lançamento de Bruno César, que saiu do banco.
O time alvinegro volta a campo no próximo sábado, quando encara o Linense fora de casa. O Prudente recebe o Ituano no mesmo dia.
Corinthians 4 x 0 Grêmio Prudente
Gols
Corinthians:
Liedson, aos 20min do primeiro tempo e aos 41min do segundo tempo; Fábio Santos, aos 13min, e Dentinho, aos 28min do primeiro tempo
Corinthians: Júlio César; Alessandro, Wallace, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Morais (Luis Ramírez) e Jorge Henrique (Bruno César); Dentinho (Edno) e Liedson. Técnico: Tite
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